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Investigado pela CPI da Covid, Eduardo Pazuello deverá ganhar um cargo estratégico no governo


De acordo com informações de Carla Araújo no Uol, fontes do Palácio do Planalto e próximas ao ex-ministro da Saúde confirmaram que a nomeação ocorrerá. Se antes o presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido) pretendia dar-lhe uma função subordinada ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, agora a é ideia é que fique em um órgão diretamente ligado ao chefe do Executivo.


Bolsonaro também vem pressionando o Exército para que Pazuello não seja punido por ter participado de uma manifestação em seu favor, no Rio de Janeiro. O general já tentou justificar, afirmando que o ato não era político, mas uma punição de algum tipo é prevista pelo Alto Comando da Força. Eduardo Pazuello ainda pretende resistir à pressão para que migre para a reserva, enquanto durar a CPI.


A secretaria na qual deve ganhar um cargo hoje é comandada pelo Almirante Flavio Rocha, homem de confiança de Bolsonaro. Em seus tempos áureos, ele chegou a acumular ainda uma função na Secretaria de Comunicação (Secom), hoje assumida pelo policial André Costa. Ainda segundo a colunista Carla Araújo, esse processo pode significar sua saída do governo.

Investigado na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid e prestes a dar seu segundo depoimento, o general Eduardo Pazuello deve ser nomeado, ainda nesta terça-feira (1), para um cargo na Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) do governo federal.


De acordo com informações de Carla Araújo no Uol, fontes do Palácio do Planalto e próximas ao ex-ministro da Saúde confirmaram que a nomeação ocorrerá. Se antes o presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido) pretendia dar-lhe uma função subordinada ao ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Onyx Lorenzoni, agora a é ideia é que fique em um órgão diretamente ligado ao chefe do Executivo.


Bolsonaro também vem pressionando o Exército para que Pazuello não seja punido por ter participado de uma manifestação em seu favor, no Rio de Janeiro. O general já tentou justificar, afirmando que o ato não era político, mas uma punição de algum tipo é prevista pelo Alto Comando da Força. Eduardo Pazuello ainda pretende resistir à pressão para que migre para a reserva, enquanto durar a CPI.


A secretaria na qual deve ganhar um cargo hoje é comandada pelo Almirante Flavio Rocha, homem de confiança de Bolsonaro. Em seus tempos áureos, ele chegou a acumular ainda uma função na Secretaria de Comunicação (Secom), hoje assumida pelo policial André Costa. Ainda segundo a colunista Carla Araújo, esse processo pode significar sua saída do governo.


Reprodução: Portal Verdade Ou Fake



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